Campo Grande (MS), Domingo, 12 de Julho de 2026

Pesquisa / Estado

Pesquisa aponta saúde como maior problema de Mato Grosso do Sul

Levantamento do Instituto Ranking Brasil Inteligência ouviu 2 mil moradores e mostra falta de médicos, remédios e exames no topo das queixas

12/07/2026

13:30

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DA REDAÇÃO

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A falta de médicos aparece como o principal problema de Mato Grosso do Sul, segundo pesquisa do Instituto Ranking Brasil Inteligência. O item foi citado por 34,6% dos entrevistados, ficando à frente da falta de remédios e exames, corrupção, impostos e infraestrutura viária.

O levantamento ouviu 2 mil moradores com 16 anos ou mais, em 30 municípios de Mato Grosso do Sul. A pesquisa tem intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A área da saúde concentra as duas primeiras posições do levantamento. Depois da falta de médicos, apontada por 34,6%, aparece a falta de remédios e exames, mencionada por 28% dos entrevistados. Em seguida, vem a corrupção e desvios de dinheiro, com 24,8%.

A cobrança de impostos também aparece entre as principais reclamações. O item impostos, taxas, ICMS e IPTU foi citado por 18,2% dos moradores ouvidos. Na sequência, surgem demandas ligadas à infraestrutura, como melhorar as rodovias de MS, com 16%, e cuidar das estradas vicinais, com 14,8%.

A segurança pública e a região de fronteira também aparecem com peso na percepção da população. Tráfico, drogas e contrabando foram citados por 13,6%, enquanto cuidar melhor da fronteira teve 12,4% das menções. Já investir mais em policiamento foi apontado por 11,8% dos entrevistados.

Entre os problemas econômicos, falta de dinheiro e tudo caro aparece com 10,4%. Também foram citados terminar obras paradas, com 9%, cumprir promessas políticas, com 8,6%, e preço dos combustíveis, água e luz, com 8,2%.

Outros pontos mencionados pelos entrevistados foram falta de moradias, com 7,6%, falta de energia ou queda constante, com 7%, buracos nas ruas de Campo Grande, com 6,8%, falta de administração da Capital, com 6,4%, e cassar a prefeita de Campo Grande, com 6%.

Na parte final da lista, aparecem governo investir mais na Capital, com 5,4%, preservar o meio ambiente e o Pantanal, com 4,8%, melhorar a infraestrutura, com 4,6%, investir mais em educação e na UEMS, com 4,2%, e fiscalizar a compra de votos, com 4%.

Também foram lembrados investir mais em cultura e esportes, com 3,6%, e ajudar indígenas e assentados, com 3,4%. Outros problemas somaram 2,8%, enquanto 5,2% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

A metodologia informada é quantitativa, com entrevistas pessoais e pelo sistema CAT, a partir de questionário estruturado aplicado a uma amostra representativa do eleitorado de Mato Grosso do Sul.

Observação: o material enviado traz divergência nos números de registro e no período da pesquisa. No título e na imagem constam MS-06247/2026 e BR-09350/2026, enquanto no texto aparece BR-MS-06874/2026 e BR-03768/2026. Também há diferença entre as datas informadas.


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