Campo Grande (MS), Terça-feira, 21 de Julho de 2026

Artigo / Opinião

Recordações da Copa de 2026

20/07/2026

14:00

Cláudio Henrique de Castro

©REPRODUÇÃO

O que marcou na Copa de 2026 para o Brasil?

Deixemos o lirismo de lado porque o futebol é a bola na rede e a tática bem aplicada.

Para esquecer: as dancinhas ridículas dos jogadores da Seleção após os minguados gols; Neymar e adjacências; Vini Jr. e as aventuras amorosas; o pênalti perdido; o minuto seguinte à eliminação, ao perceber que ninguém chorou de verdade e que todos estavam com cara de saco cheio; no dia seguinte à derrota, os festejos, a farra e a tradicional bebedeira. O nem aí para o manto canarinho.

Nos Estados Unidos: o racismo oficial e escancarado; Donald Trump acenando para as vaias no final da Copa; a Fifa faturando US$ 13 bilhões; a média dos ingressos em US$ 2 mil e, na final, US$ 11 mil por assento, apenas para torcedores ricos.

Jogadores em final de carreira sendo convocados; um técnico estrangeiro que jamais derramaria uma lágrima pela Seleção; uma CBF confusa, corrupta e sem direção.

Zero planejamento para a próxima Copa.

E a Espanha? Fez a lição de casa e ganhou.

E a Argentina? Achou, num sonho delirante, que Messi se compara a Pelé e, no final, deu as costas para a comemoração da Espanha. Uma vergonha parcelada, no cartão, em doze vezes.

E a Madonna, hein? Flertando com Ronaldinho Gaúcho.

Ronaldo, o Fenômeno, dirigindo um buggy off-road, num rolê aleatório, com cara de quem já sabia que o Brasil não iria a lugar nenhum.

E o juiz?

O retrato do escárnio e da falta de critérios para apitar faltas e fazer expulsões. No fim, ganhou uma medalha por isso. É a Fifa, essa esfinge que ninguém decifra e por ela é consumido.

O caneco, que não é mais caneco, sendo levado numa sacola de plástico para a Espanha pelo craque cabeludo dos vitoriosos.

A bola não respeita o desaforo, a empáfia e a indisciplina.

Ver a piazada queimando o álbum de figurinhas foi a imagem da Copa para muitas crianças. Algo como:

“Nunca mais queremos ver a cara desses jogadores, nem do técnico.”

Quem mais ganhou na Copa? As bets.

O que restou? Relembrar o passado de glórias e a eterna Seleção de 1970.


Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Últimas Notícias

Veja Mais

Envie Sua Notícia

Envie pelo site

Envie pelo Whatsapp

Rede News MS © 2021 Todos os direitos reservados.

PROIBIDA A REPRODUÇÃO, transmissão e redistribuição sem autorização expressa.

Site desenvolvido por: