Política / Assembleia Legislativa
Neno Razuk critica demora do PT em devolver cargos após saída da base do governo de MS
Deputado do PL acusou petistas de “jogar dos dois lados” e disse que apenas a direita pode recuperar o país
04/09/2025
10:15
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
O deputado estadual Neno Razuk (PL) criticou nesta quinta-feira (4) a demora do PT em entregar os mais de 20 cargos que ainda ocupa no Governo de Mato Grosso do Sul, após o anúncio oficial de saída da base aliada. Durante a sessão parlamentar, o deputado usou o aparte para atacar a sigla e o governo federal.
“Falo ao deputado Pedro Kemp que sempre busca criticar o governo anterior, mas a preocupação do Kemp é com o fortalecimento, o crescimento da direita que vai retornar ao governo. O PT vive de mentiras e calúnias”, afirmou Razuk.
O parlamentar também mirou o Planalto, acusando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de quebrar o país:
“Na minha avaliação, o país está quebrado no governo Lula e só quem pode ajudar é a direita. Como sempre o PT faz esse tipo de acusação, mas cadê a entrega dos cargos do PT? Está todo mundo lá, ficam jogando dos dois lados.”
O PT oficializou no dia 26 de agosto a saída da base de apoio do governador Eduardo Riedel (PP), em reunião que contou com o presidente estadual do partido, deputado federal Vander Loubet. O encontro foi descrito como “amigável”, e a direção petista informou que a entrega dos cargos será feita de forma gradual.
Segundo Loubet, o partido não ocupa mais de 20 cargos na estrutura estadual. A orientação é de que os servidores que desejarem permanecer em funções no governo solicitem afastamento formal da sigla.
Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.
Leia Também
Leia Mais
Quando o voto perde o sentido, morre a democracia
Leia Mais
Lula anuncia R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas atingidas por tarifa dos EUA
Leia Mais
Gerson Claro destaca papel da Assembleia na criação de ambiente favorável aos investimentos em Mato Grosso do Sul
Leia Mais
Escritório de Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas ligadas ao Caso Master
Municípios