Família da manicure levou cartazes à frente do Fórum pedindo justiça. Corpo da manicure foi encontrado em cachoeira no dia 16 de março.
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| Gabriela, loira, e Emilly, morena, confessam o crime e estão presas (Foto: Marcos Ribeiro/ TV Morena) |
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Jeniffer Nayara, encontrada morta dia 16 de janeiro de 2016 (Foto: Reprodução/ TV Morena) |
A família de Jeniffer levou cartazes para a entrada do Tribunal do Júri. "Esperamos justiça, as duas têm que pagar. Elas estão inventando um monte de história. Minha neta não era nada disso que elas estão falando, ela era uma pessoa boa, alegre. Ainda sinto muita falta, muita saudade. Minha neta era muito amorosa, ela ia na minha casa todos os dias", disse Zilda Maria Vieira Guilhermete.
As duas acusadas confessam o crime e estão presas. Elas foram pronunciadas pelo crimes de homicídio qualificado pelo motivo torpe e pelo recurso que dificultou a defesa da vítima. Gabriela responde ainda por posse de munições.
Aos jurados, a mãe de Jeniffer disse. "Eu tenho uma netinha dois anos e nove meses e todo dia ela chora e pegunta: vovó a minhã mãe não vai voltar, ela não vai me buscar"?
Crime
A manicure estava trabalhando quando Emily ligou para ela e marcou um encontro a pedido de Gabriela. Elas passaram na casa da cliente de Jennifer, a pegaram e seguiram para o local conhecido como Inferninho. No carro estava ainda uma adolescente.
Conforme a sentença de pronúncia, Gabriela pegou uma arma de fogo e obrigou Jennifer a caminhar em direção ao penhasco. Ela atirou, a manicure foi atingida e caiu na cachoeira.
De acordo com a polícia, durante o trajeto do local de trabalho de Jeniffer até a cachoeira, todas as mulheres fumaram maconha, inclusive a vítima.
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| Família da vítima protesta em frente ao Fórum, antes do julgamento começar (Foto: Marcos Ribeiro/ TV Morena) |
Fonte: G1/MS
Por: Marcos Ribeiro - Da TV Morena
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