Campo Grande (MS), Quarta-feira, 04 de Fevereiro de 2026

Política / Assembleia Legislativa

Pedro Kemp destaca impacto da nova lei do IR e afirma que mais de 244 mil trabalhadores de MS passam a ser isentos

Mudança aprovada no governo Lula amplia renda disponível, aquece o comércio e beneficia a classe trabalhadora

04/02/2026

18:00

DA REDAÇÃO

©DIVULGAÇÃO

O deputado estadual Pedro Kemp (PT) repercutiu os efeitos da nova legislação que amplia a isenção do Imposto de Renda e destacou o impacto positivo da medida para a economia de Mato Grosso do Sul. Segundo o parlamentar, mais de 244,9 mil contribuintes no Estado, com renda mensal de até R$ 5 mil, deixaram de pagar o tributo a partir deste mês.

De acordo com Kemp, a mudança já está sendo sentida diretamente no bolso dos trabalhadores. “É um saldo muito positivo para a classe trabalhadora e para toda a economia. Essa isenção já entrou em vigor e as pessoas estão percebendo a diferença no holerite”, afirmou.

A nova regra foi aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado, por iniciativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e começou a valer agora em 2026. Além da isenção total para quem ganha até R$ 5 mil, a lei também prevê redução progressiva do Imposto de Renda para trabalhadores com rendimentos mensais de até R$ 7.350.

Impacto direto em Mato Grosso do Sul

Além dos quase 245 mil contribuintes totalmente isentos, outros 82 mil trabalhadores sul-mato-grossenses, com renda entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil, passaram a contar com descontos menores no imposto, o que amplia a renda disponível das famílias.

Para Pedro Kemp, a medida tem efeito duplo: social e econômico. “É mais dinheiro no bolso do trabalhador para fazer frente às despesas do dia a dia e, ao mesmo tempo, mais recursos circulando na economia, aquecendo o comércio local. Isso é fazer justiça fiscal e social”, destacou.

Benefício em escala nacional

No cenário nacional, a nova lei do Imposto de Renda beneficia cerca de 15 milhões de trabalhadores, que passaram a ter isenção total do tributo. O governo federal argumenta que a mudança corrige distorções históricas da tabela do IR e fortalece o consumo interno, especialmente entre as faixas de renda mais baixas e intermediárias.

Segundo Kemp, a iniciativa reforça o compromisso do governo federal com a valorização do trabalho e com políticas que estimulem o crescimento econômico a partir da base. “É uma política que protege quem vive do salário e contribui diretamente para o desenvolvimento local e nacional”, concluiu o deputado.


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