Saúde Pública
Hospital de Câncer Alfredo Abrão conquista, pela primeira vez, aprovação no PRONON para compra de moderna Ressonância Magnética
Investimento de R$ 5,4 milhões, viabilizado com apoio do deputado Geraldo Resende, vai agilizar diagnósticos e fortalecer o tratamento oncológico no MS
15/08/2025
13:30
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
O Hospital de Câncer Alfredo Abrão (HCAA), referência no tratamento oncológico em Mato Grosso do Sul, foi contemplado pela primeira vez com um projeto aprovado no Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON). O investimento de R$ 5.489.276,00 será destinado à aquisição de um moderno equipamento de Ressonância Magnética, oficializado pela Portaria SE/MS nº 856, de 14 de agosto de 2025.
A conquista foi articulada pelo deputado federal Geraldo Resende, que intermediou reuniões técnicas e apresentou a demanda ao Ministério da Saúde, com apoio do ministro Alexandre Padilha e do secretário-executivo Adriano Massuda.
“Essa conquista é o resultado das inúmeras reuniões que fizemos, junto com a diretoria do Hospital Alfredo Abrão e técnicos do Ministério da Saúde. Agora, teremos um equipamento essencial para diagnósticos rápidos e precisos”, afirmou Geraldo Resende.
A presidente do HCAA, Sueli Lopes Telles, destacou que a nova ressonância será “mais do que um equipamento”, representando cuidado, dignidade e esperança para pacientes oncológicos. O hospital já havia conquistado um Acelerador Linear com apoio do mesmo parlamentar.
Segundo o coordenador operacional do hospital, Luciano G. Nachif, o equipamento contará com inteligência artificial integrada e softwares específicos para oncologia, permitindo a realização de um exame a cada 10 minutos — cerca de 48 pacientes por dia — e reduzindo drasticamente o tempo de espera. Atualmente, o HCAA precisa contratar exames na rede privada, o que encarece e atrasa o atendimento.
O HCAA atende 72% da oncologia de Mato Grosso do Sul pelo SUS, ou seja, de cada 10 pacientes em tratamento contra o câncer no Estado, 7 são tratados na unidade.
Com a aprovação do projeto, a instituição buscará parceiros dispostos a destinar até 1% do Imposto de Renda devido para viabilizar a compra do equipamento, fortalecendo o atendimento e ampliando as chances de sucesso terapêutico.
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