HABILITAÇÃO
Motoristas têm até dia 30 para renovar exame toxicológico e evitar multas
Em abril, MS tinha 41 mil condutores irregulares; quem não refazer o teste também perderá sete pontos na CNH
25/04/2024
10:15
NATÁLIA OLLIVER
©DIVULGAÇÃO
Condutores das categorias C, D e E têm até esta terça-feira (30) para renovar o exame toxicológico obrigatório. Essa é a última chance para aqueles que desejam evitar multa de R$ 1.467,35 e sete pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Caso o motorista não faça, a penalidade será aplicada a partir do dia 1º de maio. Para os condutores com CNHs vencidas entre julho e dezembro, as multas começam a ser aplicadas em 31 de maio.
Em 2024, Mato Grosso do Sul conta com 42.035 condutores registrados na categoria C; 26.397 na D e 12.411 na E. Até o dia 6 de abril, o Estado tinha 41 mil motoristas irregulares, segundo levantamento do Detran (Departamento Estadual de Trânsito).
Inicialmente, o prazo para regularização terminou em 28 de dezembro de 2023 e foi prorrogado para aqueles com vencimento entre janeiro e junho, até o dia 31 de abril de 2024. Na época, antes da prorrogação, 15% dos 81 mil motoristas sul-mato-grossenses não haviam renovado a documentação.
A recomendação é que os motoristas procurem um dos 17 laboratórios credenciados na Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) para o exame, que é feito a partir de amostra de cabelo ou unha. O resultado será lançado no sistema Renach (Registro Nacional de Carteira de Habilitação).
Segundo a Senatran, mais de 3,4 milhões de condutores das categorias C, D e E ainda estão em situação irregular em todo o Brasil.
Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.
Leia Também
Leia Mais
Caiado critica Flávio por levar debate sobre urnas a encontro com embaixadores
Leia Mais
Cristina Kirchner contrata advogado brasileiro para contestar condenação em instâncias internacionais
Leia Mais
Morre aos 50 anos jornalista italiano que revelou declarações de Trump contra Meloni
Leia Mais
Flávio Bolsonaro defende serviços de escritório e nega pagamentos da Copenhagen
Municípios