Parceria Público-Privada
Pela 5ª vez, Governo de MS leva projetos de Parceria Público-Privada para leilão na B3
10/11/2022
11:00
ASSECOM
Beatricce Bruno
Mato Grosso do Sul leva, nesta quinta-feira (10), mais três rodovias para leilão, na Bolsa de Valores de São Paulo. A PPP (Parceria Público-Privada) vai colocar no pregão mais de 412 km de rodovias, uma estadual e dois trechos federais, com o objetivo de melhorar a trafegabilidade e dar mais segurança aos usuários.
A proposta também é importante para o escoamento da produção, já que o trecho abrange seis municípios do Estado: Cassilândia, Paranaíba, Aparecida do Taboado, Inocência, Selvíria e Três Lagoas, região Nordeste do Estado, que faz divisa com com os Estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo.
As empresas interessadas na concessão - prevista para 30 anos - entregaram a documentação na última segunda-feira (07) e vão participar da concorrência de trechos de três rodovias: MS-112 (com 200,5 km de extensão); BR-158 (com 193,8 km) e a BR-436 (com extensão de 18,1 km). A vencedora deverá apresentar o maior valor de outorga.
Defensor das PPPs, o governador Reinaldo Azambuja considera importante esta modalidade de gestão “Desta forma, tiramos o ônus dos Estado, trazendo investimentos privados mas, principalmente, garantimos melhor qualidade para o ir e vir das pessoas que trafegam nessas estradas”, pontuou.
PPPs
Esta é a 5ª vez que o Estado vai à B3 com projetos de Parceria Público-Privada. Mato Grosso do Sul já levou para leilão a MS-306, Sanesul, Infovias e Fotovoltaica. A secretária especial do Escritório de Projetos Especiais do Governo de MS, Eliane Detoni, lembrou que a primeira concessão rodoviária estadual ocorreu em 2019, com a MS-306, um projeto que teve um leilão de sucesso e hoje os benefícios são perceptíveis. “O primeiro ano de concessão envolveu o volume de 92 milhões de investimentos na recuperação do pavimento e construção das edificações, melhorando o tráfego, o que ajudou no escoamento da produção. A qualidade da estruturação desse projeto foi importante para sua financiabilidade, culminando com o primeiro Project Finance puro no Brasil, em que somente os recebíveis futuros oriundos da concessão foram concedidos em garantia”, concluiu.
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