Campo Grande (MS), Domingo, 04 de Dezembro de 2022

CAPITAL

Manifestação em frente ao CMO continua e deixa trânsito tumultuado

Apoiadores de Bolsonaro se concentram em frente ao Comando se manifestando contra o resultado das urnas

01/11/2022

07:50

Izabela Cavalcanti e Bruna Marques

Trânsito na Avenida Duque de Caxias está lento e tumultuado ©Marcos Maluf

A manifestação de apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) em frente ao CMO (Comando Militar Comando Militar do Oeste), continua deixando o trânsito na Avenida Duque de Caxias, tumultuado e lento. O ato, que começou nesta segunda-feira (31), durou toda a madrugada.

Na via, sentido ao aeroporto, tem pneus fechando a faixa da esquerda e a do meio, sendo possível passar somente pela direita. Um mini trio elétrico está parado na rua tocando o Hino Nacional e músicas evangélicas. Em alguns pontos da via tem cartazes, escrito “Devolva o meu direito. Contagem pública de votos já”.

Da Rua General Nepomuceno Costa, até o semáforo do CMO, por exemplo, a demora fica entorno de 10 a 15 minutos. Além disso, também têm uma barraca, três tendas montadas no canteiro e vários carros parados.

Manifestante que não quis se identificar, de 45 anos, foi um dos que passou a noite em frente ao Comando Militar.

“Ficamos a madrugada toda aqui e vamos continuar. O pessoal foi apoiar os outros pontos, mas vai voltar. Não podemos aceitar que um ladrão assuma o nosso país, um sujeito que foi condenado em todas as instâncias, um bandido condenado”, desabafa.

Duas viaturas da Polícia Militar estão no local. Segundo disse um militar, a orientação é não fechar todas as faixas.

Entenda – Desde ontem, bolsonaristas estão em frente ao CMO contestando contra o resultado das eleições, no qual, o atual presidente Jair Bolsonaro foi derrotado nas urnas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Assim que o semáforo fechava, os manifestantes se ajoelhavam na faixa de pedestre, cantavam o Hino Nacional e faziam orações pelo Brasil, depois voltavam para as calçadas.

Caminhoneiros bloquearem diversas rodovias de Mato Grosso do Sul, desde domingo (30). No entanto, a Justiça determinou a liberação, sendo permitido apenas ficar no acostamento. 


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