CARTEIRA ASSINADA
Mato Grosso do Sul gera quase dois mil empregos formais em setembro
Estado fortalece o mercado de trabalho com destaque para o setor de Serviços
01/11/2024
10:55
SECOM
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
O mês de setembro trouxe um saldo positivo para o mercado de trabalho em Mato Grosso do Sul, com a criação de 1.912 novos empregos com carteira assinada. Os dados, divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que o Estado registrou 33,2 mil admissões contra 31,3 mil desligamentos. Com isso, Mato Grosso do Sul mantém o fortalecimento do seu estoque de empregos formais, que agora totaliza 684 mil postos.
O desempenho do Estado contribuiu para que o Brasil atingisse um marco impressionante: 1,98 milhão de novos empregos formais entre janeiro e setembro de 2024. Esse número é superior ao total de vagas criadas em 2023, quando o saldo foi de 1,45 milhão. Desde o início da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023, o país já soma mais de 3,43 milhões de novos postos formais.
Quatro dos cinco principais setores econômicos de Mato Grosso do Sul apresentaram saldos positivos em setembro. O setor de Serviços liderou, com a criação de 1.094 novas vagas. Em seguida, o Comércio gerou 653 empregos, a Indústria abriu 647 postos e a Agropecuária contribuiu com 223 novos empregos. Apenas o setor de Construção registrou queda, com a perda de 705 postos.
A capital, Campo Grande, foi o município que mais contribuiu para o saldo positivo do Estado, com a criação de 818 novos empregos formais. Atualmente, a cidade possui um estoque de 250.059 empregos com carteira assinada. Outros municípios que se destacaram foram Dourados (417 novas vagas), Aparecida do Taboado (187), Três Lagoas (150) e Inocência (137).
Em setembro, o Brasil registrou a criação de 247.818 novos empregos formais, com saldo positivo em todas as 27 unidades da Federação. O destaque foi o setor de Serviços, responsável por 128.354 novos postos. A Indústria gerou 59.827 vagas, enquanto o Comércio abriu 44.622 postos e a Construção criou 17.024. Apenas a Agropecuária apresentou retração, com a perda de 2.004 empregos.
O país alcançou um estoque histórico de 47,49 milhões de empregos formais em setembro. Desde o início da atual gestão, foram criados mais de 3,43 milhões de novos postos, representando um avanço significativo em relação aos 44,06 milhões de empregos registrados em dezembro de 2022.
O saldo positivo na geração de empregos formais em setembro foi liderado por São Paulo (57.067 novas vagas), Rio de Janeiro (19.740) e Pernambuco (17.851). A região Sudeste manteve-se como a maior geradora de empregos, com 98.282 novas vagas, seguida pelo Nordeste (77.175), Sul (38.140), Norte (15.609) e Centro-Oeste (15.362).
Dos 247.818 empregos formais gerados no país, 125.544 foram ocupados por homens e 122.274 por mulheres. Os trabalhadores com ensino médio completo tiveram o maior saldo de contratações, com 165.388 vagas. Em termos de raça/cor, a maioria das vagas foi preenchida por pessoas pardas, com saldo de 207.813 novos postos. O salário médio de admissão em setembro foi de R$ 2.158,96.
No acumulado de janeiro a setembro, todos os cinco setores econômicos apresentaram saldos positivos. O setor de Serviços foi o maior gerador de empregos no período, com 1.046.511 novas vagas, seguido pela Indústria (405.493), Construção (231.337), Comércio (216.778) e Agropecuária (81.490). São Paulo, Minas Gerais e Paraná foram os estados com os maiores saldos acumulados.
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