Economia / Gestão
Riedel fecha ciclo de contratos de gestão com foco em equilíbrio fiscal e modernização da Sefaz para 2026
Último acordo do planejamento estadual prioriza controle de despesas, melhoria da arrecadação e sustentabilidade financeira para manter investimentos em áreas estratégicas
19/03/2026
10:00
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
O governador Eduardo Riedel concluiu nesta quinta-feira, 19 de março de 2026, a rodada de contratos de gestão previstos para 2026 com a assinatura do acordo da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz). Segundo o governo, este foi o último contrato do ciclo e consolidou como eixos centrais da pasta o equilíbrio fiscal, a gestão moderna da receita estadual e a eficiência administrativa.
De acordo com a divulgação oficial, a estratégia da Sefaz está voltada à manutenção da saúde financeira do Estado, condição considerada essencial para sustentar investimentos públicos e dar suporte às demais áreas da administração. Na cerimônia, Eduardo Riedel destacou a importância do planejamento com metas definidas e acompanhamento contínuo, enquanto o secretário estadual de Fazenda, Flávio César, afirmou que a atuação da pasta tem caráter transversal e influencia diretamente o desempenho das demais secretarias.
Entre as metas apresentadas pela Sefaz para 2026 estão o reforço no controle de gastos, com maior rigor na qualificação das despesas públicas, a modernização da arrecadação por meio de tecnologia e revisão de processos internos, além da busca por mais eficiência orçamentária e melhor distribuição dos recursos. O governo sustenta que esse conjunto de medidas é decisivo para preservar a capacidade de investimento do Estado em setores como infraestrutura, saúde e educação.
Com a assinatura do contrato da Fazenda, o Executivo estadual encerra um pacote de 36 acordos de gestão envolvendo secretarias, autarquias e fundações. A partir de agora, o foco passa a ser a fase de execução e monitoramento das entregas pactuadas. Segundo o secretário-executivo de Gestão Estratégica e Municipalismo, Thaner Castro Nogueira, o modelo já prevê uma agenda de avaliação ao longo do ano, com primeira rodada de acompanhamento em maio, nova análise no segundo semestre e balanço final ao término de 2026.
Na avaliação do governo, o contrato de gestão da Sefaz funciona como peça central para garantir previsibilidade às contas públicas em um ambiente de maior pressão sobre receitas e despesas. A aposta oficial é que uma máquina pública mais eficiente e orientada por metas permita não apenas preservar o ajuste fiscal, mas também manter entregas concretas à população.
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