Gestão Pública / Transparência
TCE-MS lança consulta pública digital para planejar próximos anos da instituição
Tribunal de Contas inova ao convidar sociedade e jurisdicionados a participarem do novo ciclo de planejamento estratégico
08/07/2025
11:00
DA REDAÇÃO
©REPRODUÇÃO
O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) iniciou nesta segunda-feira (8) uma nova etapa de seu processo de planejamento estratégico institucional, com foco na participação social e na escuta ativa. Por meio de um questionário digital aberto ao público, a Corte de Contas busca reunir contribuições de cidadãos, gestores públicos, servidores e organizações da sociedade civil para construir o 4º ciclo de planejamento da instituição.
O formulário está disponível até o dia 8 de agosto no site oficial do TCE-MS e pode ser acessado diretamente pelo link:
🔗 https://forms.gle/8kTUNFVMcBX8HTEP9
De acordo com a diretora do Departamento de Planejamento Estratégico, Ariene Castro, a consulta pública marca o encerramento do 3º ciclo de planejamento estratégico do Tribunal, com foco agora na formulação de metas, diretrizes e prioridades para os próximos anos.
“Lançamos o questionário para diagnosticar a percepção da sociedade e dos nossos jurisdicionados. A participação é fundamental para que o TCE-MS possa planejar ações com base em dados reais e expectativas concretas”, explicou Ariene.
A Corte de Contas já encaminhou o link do questionário por e-mail e WhatsApp aos seus jurisdicionados, como forma de ampliar a abrangência da consulta. No entanto, qualquer cidadão pode responder e contribuir com sugestões sobre transparência, fiscalização, modernização e eficiência da gestão pública.
“Essa participação massiva é uma ferramenta estratégica para que o Tribunal atue de forma ainda mais alinhada com os interesses da sociedade sul-mato-grossense”, reforçou Ariene.
Com essa ação, o TCE-MS se antecipa às tendências de governança colaborativa e planejamento participativo, adotando ferramentas digitais para ampliar o diálogo com a população e os órgãos públicos fiscalizados. A ideia é construir um tribunal mais transparente, moderno e conectado às necessidades reais da gestão pública.
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