POLÍCIA
Deputado preso por morte de Marielle deixa hospital em cadeira de rodas após 3h de atendimento
Chiquinho Brazão realizou procedimento cardíaco sob forte escolta policial em Campo Grande
11/02/2025
10:10
CGN
DA REDAÇÃO
Chiquinho Brazão sai do hospital após procedimento no coração. (Foto: Marcos Maluf)
O deputado federal João Francisco Inácio Brazão (sem partido), conhecido como Chiquinho Brazão, acusado de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco, deixou um hospital especializado em tratamento cardíaco na Região Central de Campo Grande na tarde desta terça-feira (11). Após cerca de três horas de atendimento, ele foi transportado em cadeira de rodas e retornou à Penitenciária Federal da Capital, onde está preso desde 27 de março de 2023.
Brazão passou por um cateterismo, procedimento médico utilizado para avaliar e tratar doenças cardíacas. O deslocamento do parlamentar para a unidade hospitalar chamou a atenção, devido ao forte esquema de segurança, que envolveu:
✔️ Três viaturas da Polícia Penal Federal (PPF)
✔️ Uma ambulância acompanhando o comboio
✔️ Policiais penais federais uniformizados e agentes à paisana no entorno do hospital
✔️ Fechamento temporário da Rua Cândido Mariano para garantir a movimentação da escolta
Os advogados de Chiquinho Brazão tentaram obter prisão domiciliar humanitária, alegando que o deputado possui problemas de saúde graves, incluindo:
📌 Hipertensão arterial
📌 Diabetes e risco cardiovascular elevado
📌 Angioplastia prévia com stent
📌 Doenças crônicas e metabólicas
Contudo, o pedido foi negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que autorizou o tratamento médico em uma clínica da Capital. Apesar disso, em 13 de janeiro, a defesa alegou que Brazão não se sentia seguro para realizar o procedimento e estava irredutível em sua decisão de não se submeter ao cateterismo.
Hoje, o procedimento finalmente foi realizado, e o parlamentar retornou ao presídio federal, localizado na saída para Sidrolândia.
Brazão é apontado como mandante da execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, crime ocorrido em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. As investigações seguem em andamento, e o parlamentar continua preso preventivamente enquanto aguarda julgamento.
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